A simbologia da segunda secção gira à volta do explorador. A Flor-de-lis, a vara, o chapéu, o cantil e a estrela são ícones da vida de um indivíduo dedicado a descobrir o mundo.

|| FLOR-DE-LIS ||
Simboliza o norte em algumas cartas topográficas, o que significa que é fundamental para um explorador. As três pétalas simbolizam os três princípios bem como os três compromissos da Promessa. A Flor-de-lis é o símbolo do escutismo, e o explorador é a imagem mais reconhecível do mesmo.

A Vara do escuteiro tem uma vasta panóplia de utilidades como, por exemplo, o auxílio à caminhada e o ultrapassar as dificuldades. Está associada ao Patrono da secção São Tiago Maior, o Peregrino. Simboliza a solidariedade e o progresso.

Ícone da proteção, tanto do sol, como da chuva ou do frio. Baden-Powell preocupou-se em arranjar um chapéu para os escuteiros antes do resto. Está também associado a São Tiago, pois é imagem dos peregrinos.

A cabaça de São Tiago serve como cantil. Simboliza a responsabilidade, pois não é sensato andar sem água, mas também a coerência e o estar preparado. É também símbolo da sede do conhecimento, e da vontade de descobrir e agir.

A Estrela Polar e o Cruzeiro do Sul são referências na orientação, que a estrela simboliza. Um explorador faz uso das estrelas para encontrar o seu rumo. É ícone da imensidão do céu, sinal da grandeza de Deus, que nos incumbe a segurança da fé e a certeza do sucesso.
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